Escrito por M. Ferraz às 11h12
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Como Dylan Dog deveria ser nos cinemas
Um joselito qualquer resolveu fazer um filme de Dylan Dog, estrelando o ator pornô gay Bobby Long. Mas não tem Bloch, não tem Groucho, não tem Xabarás, nem tem Morgana. Então não é Dylan Dog. Ponto final. Não tem chance de ser bom. Se você ainda quer dar uma chance para este filme, saia já do meu blog, você não é bem vindo aqui.
Como serviço de utilidade pública, resolvi publicar meu casting dos sonhos para um filme de verdade do Investigador do Pesadelo. Lembre-se: é apenas opinião pessoal, críticas e sugestões são bem-vindas.


Dylan Dog
É basicamente uma lei da natureza: assim como o dia segue a noite, Rupert Everett deve ser Dylan Dog. Mesmo sendo abertamente gay, Rupert ainda é um galã de primeira, e aos 51 anos está maduro e no ponto para fazer o Dylan Dog que sempre nos foi prometido, mas até hoje negado.


Groucho Marx
Paul Giamatti é um cara legal. Pode não ser um sósia do Groucho, mas é talentoso, engraçado e com maior pinta de sidekick. Quem duvida que com uma maquiagem bacana ele pode se tornar o nosso Groucho Marx?


Professor Xabarás
Outro cara ótimo, John Glover nasceu para fazer vilões, e já interpretou o Diabo uma vez na série Brimstone. Por que não trazê-lo de volta ao Príncipe das Trevas, desta vez com um exército de mortos-vivos à disposição?


Comissário Bloch
Brendan Gleeson. Simpático. Rechonchudo. Especialista em coadjuvantes. Brintânico. Ideal.


Morgana
Tá legal, pode ser nepotismo colocar minha esposa no filme, mas Juliette Binoche tem o tipo e o talento para encarnar a mãe/amante de Dylan, com todo o mistério e charme da personagem.

Professor Hicks
O segundo maior vilão da série pode ser trazido em uma continuação, e John Hurt está à altura do papel do cientista nazista clonado depois de sua morte que usa um hospital para suas experiências macabras. (PS: não achei o desenho ;( )


Bree Daniels
Eu imagino Meredith Monroe de cabelo curtinho no papel da prostituta que ganha o coração de Dylan. Ela tem os atributos necessários, tanto físicos quanto dramáticos. Minha escolha!
Escrito por M. Ferraz às 22h13
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10 filmes da 2ª Guerra que você precisa ver

Sunshine: Despertar de um Século (István Szábo, 1999)
A saga de três gerações de uma família judia holandesa, todas representadas por Ralph Fiennes.

Lili Marlene (Reiner Verner Fassbinder, 1987)
A história da cantora que gravou a música mais famosa da Alemanha nazista, ao mesmo tempo que trabalha como espiã para a resistência.

Roma... cidade aberta (Roberto Rosselini, 1945)
O manifesto neo-realista de Rosselini, sobre a resistência italiana contra o nazismo. Com a sempre espetacular Anna Magnani.

Campo Nazista 27 (Mario Caiano, 1977)
O melhor dos nazi-exploitation, que quebrou as barreiras do subgênero para trazer uma história rica e fascinante.

Cinzas da Guerra (Tim Blake Nelson, 2001)
A mais pertubadora visão do Holocausto no cinema, de dentro do campo de Auschwitz.

Anne Frank: The Whole Story (Robert Dornhelm, 2001)
A mais fiel e completa adaptação do Diário de Anne Frank, que vai além das páginas escrita pela garota e judia, até a sua morte.

Operação Valquíra (Jo Baier, 2004)
Esqueça Tom Cruise vestido para o Carnaval, este filme alemão conta com a ótima interpretação de Sebastian Koch e outras feras para contar o plot interno para matar Adolph Hitler.

O Trem (John Frankenheimer, 1964)
Um coronel nazista (Paul Scofield, assustador) tenta, de todas as formas levar para a Alemanha um carregamento das maiores obras de arte da França, sendo combatido pela resistência.

Um sinal de esperança (Peter Kassovitz, 1999)
No gueto polonês, um judeu finge possuir um rádio e espalha notícias falsas de esperança para os prisioneiros.

Os Deuses Malditos (Luchino Visconti, 1969)
Uma família de industriais, decadente pela corrupção, durante o episódio conhecido como "Noite das Facas Longas".
Escrito por M. Ferraz às 16h48
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É tão bom de vez em quando ver um filme simples, simpático e gostoso de assistir, como Marty (não é "Martyrs", idiota!) de 1955, vencedor de 4 Oscars, inclusive melhor filme, numa época que um filme precisava apenas ser bom para arrebatar um prêmio. Aliás, continua sendo até hoje o único filme a vencer a Palma de Ouro e o Academy Awards de melhor filme. A história? Simplezinha, simplezinha. Marty é um cara gente boa e solitário, que trabalha num açougue e vive sendo cobrado pela comunidade italiana onde vive para se casar. Ele conhece uma garota também rejeitada, se apaixonam, e por aí vai... Ernest Borgnine está perfeito, tão legal e simpaticão que resolvi escalá-lo no filme sobre a minha vida (onde eu serei interpretado por Vin Diesel) para o papel de meu avô Antônio, que Deus o tenha. Uma verdadeira aula de como criar simpatia e fazer um ótimo filme sem inventar muito.
Escrito por M. Ferraz às 12h18
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